Might ou may? Qual a diferença? Você sabe usar corretamente? »

Você leva a sério seu curso de inglês?

10/11/17

Permalink 03:39:20 pm, by CLS Brasil Email , 675 words   English (US) latin1
Categories: News

Você leva a sério seu curso de inglês?

NA APRENDIZAGEM DE UM IDIOMA – UM IMPORTANTE ASPECTO DA METODOLOGIA COMUNICATIVA.

Autor: Sérgio de Andrade Sanches – Docente do Idioma Inglês. Diretor de Cursos da CLS – Canadian Language School.

O que é aprender um idioma? Essa pergunta recorrente pode ser respondida com apoio de estudos e pesquisas realizadas ao longo dos últimos anos por linguistas aplicados.

Segundo esses especialistas, a aquisição de um idioma é o processo pelo qual uma pessoa aprende uma segunda língua ou uma língua estrangeira estando em contato e exposta ao seu uso, diferenciando-se do aprendizado, que está ligado ao modo como o aluno tenta entender o uso dos significados e usos das palavras, regras gramaticais, entre outros aspectos da língua (Krashen, 1982 e Richards, 1985).

Deste modo, entendemos que aprender um segundo idioma envolve duas vertentes, a aquisição natural e o aprendizado formal. Para um adulto, mostram os estudos em linguística aplicada, que as duas formas são perfeitamente compatíveis, uma complementando a outra, dentro de uma mesma metodologia de ensino.

De qualquer forma, sob a perspectiva sóciointeracionista (Vygotsky (1998) da aquisição da linguagem, percebemos que o aluno deve ser o centro das atenções nas aulas de Língua Estrangeira, tendo o professor o importante papel de facilitador.

Entendendo que o aluno é o centro das atenções, de acordo com Holec (1995) e Benson (1981), devemos também compreender que o papel do aluno como responsável por seu aprendizado é de extrema importância.

Do mesmo modo, de acordo com Dam (1995), para que os alunos desenvolvam sua autonomia, é necessário que sejam responsáveis pelo seu aprendizado.

De posse de tal informação, conclui-se que cabe à instituição de ensino e aos professores criarem a consciência da autonomia dos alunos e de sua responsabilidade através de experiências tanto em sala de aula, como em outros ambientes.

Deste modo, podemos pensar em diversas maneiras através das quais os professores podem incentivar a autonomia em seus alunos.

De acordo com recente pesquisa (Sanches, 2016), a interação em sala de aula é uma das primeiras formas de fazer com que os alunos passem a ser mais autônomos e responsáveis por seu aprendizado. Através de atividades comunicativas e integrativas (Almeida Filho, 1993), os alunos passam a interagir entre si e a se autocorrigirem.

Através do estudo autorregulado, os alunos podem ser levados a lerem livros diversos, a ouvirem música para analisarem sua letra e para melhorar a pronúncia, a lerem notícias on-line ou impressas, a assistirem séries na televisão, e a escreverem e-mails no trabalho, ou a amigos e parentes, atividades essas que extrapolam as paredes da sala de aula, levando os alunos a terem mais confiança no uso do idioma para fins comunicativos.

Várias outras atividades fora da sala de aula podem ser incentivadas, como a formação de grupos de estudos e de grupos de conversação, a participação em apresentações religiosas na língua alvo, viagens de turismo entre amigos que falem inglês, ou passeios com turistas estrangeiros em trânsito pela cidade, entre tantas outras atividades extra curriculares.

Percebemos, assim, que, além de uma escola excelente, que utiliza uma metodologia de ensino comunicativa e moderna, baseada em estudos científicos, há que se pensar em incentivar a autonomia do aluno, mostrando, aos poucos, os diversos caminhos que o aluno pode seguir para conseguir sua proficiência e fluência na língua estrangeira.

Essa é uma das formas que a CLS – Canadian Language School utiliza para enriquecer o conhecimento de seus alunos, levando-os a serem cada vez mais autônomos e independentes, para que possam usufruir sempre de sua aquisição da Língua Inglesa.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA FILHO, J.C.P. de Dimensões comunicativos no ensino de línguas. Campinas, SP. Pontes, 1993.

BENSON, P. Teaching and researching autonomy in language learning. (2nd. Edition).Harlow. Longman, 2011.

DAM, L. Learner Autonomy 3 – From Theory to Classroom Practice. Dublin: Authentik, 1995.

HOLEC, H. Autonomy and Foreign Language Learning. Oxford: Pergamon, 1981.

KRASHEN, S.D. Principles and Practice in Second Language Aquisition. Pergamon Press Incorporation. University of Southern California, 1982.

SANCHES, S.A. O estudante adulto e seu papel no aprendizado da Língua Inglesa – trabalho de conclusão de curso. Fmu, 2016.

VYGOTSKY, L.S. Pensamento e Linguagem. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 1998.

 

 

 

No feedback yet

Comments are closed for this post.

February 2019
Sun Mon Tue Wed Thu Fri Sat
 << <   > >>
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28    

Search

XML Feeds

blogging tool